Qual é a importância de diversificar investimentos? Entenda!

Você pensa que o melhor é aplicar seu dinheiro em só um ativo de renda fixa ou em ações da bolsa de valores? Pois saiba que o mercado financeiro não é um jogo de loteria para fazer apostas altas. Você por acaso está familiarizado com a ideia de diversificar investimentos?

A melhor solução para os investidores é fazer combinações eficientes de alocação de recursos, levando em conta o retorno esperado e a tolerância a risco. Esse é o conceito da diversificação, que consiste em uma técnica para aumentar a segurança financeira, consequentemente minimizando os riscos.

Acompanhe este post para entender um pouco mais sobre o assunto, aproveitando para conferir dicas fundamentais que o levarão a diversificar sem medo!

Quais são os maiores riscos da não diversificação?

Vamos imaginar que você tenha apenas ativos de renda fixa prefixados, e a inflação do Brasil suba a um patamar acima de sua rentabilidade contratada, todo o seu dinheiro estará em um investimento que está perdendo o poder de compra. Pense também na hipótese de você ter ações apenas de uma empresa e, devido a uma delação premiada em que o nome da instituição é citado, o preço da cotação despenca.

Os cenários citados acima são exemplos claros dos riscos que podem acontecer em casos da não diversificação de ativos. E sim, é preciso ficar de olho em várias notícias da macroeconomia para tomar boas decisões. 

Mesmo que o risco seja subjetivo, podemos classificá-lo como a chance real de perdas financeiras e tipificá-lo em 2 grandes grupos: os não diversificáveis e os diversificáveis. O primeiro tem a premissa de levar em conta o risco de mercado, ou seja, a instabilidade política, as guerras comerciais, as taxas de juros, os índices cambiais e assim por diante. Já o segundo é tido como um risco não sistemático, que pode atingir de forma individual uma empresa, uma economia, um mercado, uma indústria ou um país, levando em consideração as políticas comercial e financeira.

E quais são as grandes vantagens de diversificar?

A diversificação de investimentos naturalmente dilui os riscos das operações. Obtém-se, assim, a segurança necessária para lidar da melhor maneira possível com as imprevisibilidades do mercado. Por mais que o país enfrente situações turbulentas, lembre-se de que, com uma carteira diversificada, você pode ter várias alternativas de rendimentos e, com isso, manter seus planos financeiros intactos.

É inevitável citar que o aumento de ganhos costuma ser uma realidade resultante da diversificação. Isso acontece pelo fato de, com isso, você abrir o leque de possibilidades de ativos. Nesse caso, quando um produto de investimento não estiver performando muito bem, outros podem suprir essa lacuna a fim de deixar o grau de variação da carteira positivo, o que garante a você tranquilidade para alocar aportes mensais.

Vale ressaltar que uma carteira equilibrada deixa os investidores muitos mais seguros quanto às decisões que tomam, especialmente se os valores estão distribuídos em diferentes períodos de vencimento. A partir disso, você pode traçar estratégias específicas de acordo com seus objetivos e desenvolver um orçamento qualificado para organizar as finanças.

Como diversificar os investimentos na prática?

Partindo do princípio que você gasta menos do que ganha e tem o mínimo possível de dívidas de longo prazo, é interessante poupar parte do dinheiro que sobra e investi-lo em ativos que tragam algum retorno sobre os juros compostos. Veja abaixo algumas dicas essenciais que certamente facilitarão seu caminho em busca do sucesso financeiro!

Defina seu perfil de investidor

Para começar com o pé direito, você precisa identificar qual é seu perfil de investidor para escolher sua cesta de produtos de forma consciente. Tudo deve estar de acordo com sua personalidade e seu conhecimento sobre o mundo financeiro. 

Ao efetuar um cadastro em um banco emissor ou em uma corretora autorizada, normalmente é possível realizar o teste de suitability, que definirá se seu perfil é conservador, moderado ou arrojado. É interessante fazer essa autoanálise a fim de facilitar a definição do percentual de investimento aplicado em ativos de renda fixa e variável. 

Um investidor conservador, por exemplo, pode direcionar 95% do capital disponível para a renda fixa em produtos com boa classificação de segurança e títulos públicos, enquanto os outros 5% ficam em ações de empresas com bons desempenhos financeiros. E você, já consegue imaginar como ficaria sua balança?

Identifique seus objetivos e metas

Tendo em mente o tipo de investidor que deseja ser, torna-se essencial listar seus objetivos e metas a curto, médio e longo prazos. Afinal, investir por hobby não vai levá-lo a lugar algum. 

Entenda que é preciso um propósito de vida para que a diversificação faça algum sentido, pois essa será sua motivação para trabalhar em prol dos seus sonhos. Sem um desenho explícito do que pretende fazer com o dinheiro, fica bem mais difícil focar nos ativos escolhidos e, principalmente, ter disciplina financeira para fazer aportes periódicos em sua carteira. 

Enquanto isso, lembre-se da importância de ter uma reserva de emergência na Renda Fixa para aliviar o fardo de qualquer eventualidade que venha a surgir. O ideal é juntar o equivalente a seus gastos em um período entre 6 meses e 1 ano, ok?

Selecione diversas opções de investimentos

Além do percentual destinado à renda fixa e à renda variável, separe seu capital para diversificar dentro desses grupos, de maneira a completar sua carteira com vários ativos que possam dar retornos plausíveis. Um portfólio com muitas opções faz com que você equilibre as variações e tenha diferentes planos de acordo com os prazos dos títulos investidos.

No caso da renda fixa, por exemplo, você pode destinar seus recursos a CDBs, LCIs, LCAs e debêntures incentivadas. Se porventura quiser o melhor dos 2 mundos, pode aplicar seu dinheiro em fundos de investimento, ou no Certificado de Operações Estruturadas (COE) que reúne a segurança da renda fixa com a potencial rentabilidade da renda variável.

Ao pensar em diversificar investimentos, jamais se esqueça de prosseguir com foco em seus objetivos e de remanejar os aportes mediante as oscilações do mercado. Sempre que possível, utilize os rendimentos obtidos com dividendos e juros semestrais para reinvestir em outros ativos.

E, por fim, se você curtiu esse assunto e acha que seus amigos também podem se interessar, não perca tempo: compartilhe o post em suas redes sociais agora mesmo!

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