educação financeira infantil

Confira 9 dicas de como promover a educação financeira infantil!

Introduzir a necessidade de poupar e investir dinheiro desde cedo é muito importante para a educação financeira infantil. Isso ajuda a preparar as crianças para conquistar tranquilidade em relação ao dinheiro durante a sua vida adulta.

Os pais têm um papel bastante significativo nisso, afinal, são eles que devem estimular os comportamentos e a criação de hábitos financeiros saudáveis. Por isso, preparamos um conteúdo com algumas dicas que ajudarão você a adaptar essa nova realidade na vida da sua família!

Ficou interessado? Então, não perca mais tempo e confira agora mesmo!

1. Dê mesada e estimule boas aquisições

Uma das práticas mais conhecidas para estimular a educação financeira das crianças é a famosa mesada. No entanto, grande parte dos pais acabam oferecendo esse bônus sem muita orientação ou ensinamento do que fazer com ele.

Por isso, é importante estabelecer algumas diretrizes, como:

  • tenha uma periodicidade definida de quando você dará a mesada (semanalmente, quinzenalmente, mensalmente);
  • ensine sobre a importância de economizar esse dinheiro para comprar itens de maior valor;
  • explique como o dinheiro pode ser administrado ao longo do tempo;
  • converse sobre não gastar todo o dinheiro com supérfluos.

2. Delegue algumas contas aos pequenos

Permita que o seu filho acompanhe o orçamento familiar e compreenda como as contas se constituem. Para ele, será mais fácil entender o porquê de precisar economizar água se ele souber quanto custa esse recurso no final do mês.

Portanto, é interessante que você transfira algumas pequenas contas para que as crianças as assumam. Dessa maneira, eles se acostumam desde cedo que precisam ajudar e dividir responsabilidades, ainda que sejam financeiras.

3. Monte um glossário do universo financeiro

educação financeira infantil

Parte da educação financeira é ensinar para as crianças o que significam todos os termos que envolvem esse universo. Empréstimo, investimento, aplicação financeira, orçamento e etc. Todos esses termos podem soar estranhos em um primeiro momento.

Portanto, para facilitar o processo, você pode montar um glossário com todas essas expressões ou ir formulando um à medida que elas surgem no vocabulário ou na vida do seu filho. Dessa maneira, vocês podem construir esse material juntos.

4. Promova brincadeiras educativas

As leituras sobre finanças e investimentos podem ajudar bastante o seu filho a entender a relevância do dinheiro e de que maneiras ele pode administrar esse recurso. Além disso, você pode usar de histórias e brincadeiras lúdicas para reforçar o aprendizado.

Sempre que possível, promova brincadeiras educativas, que ampliem o entendimento sobre como o dinheiro funciona. Atividades que envolvam empréstimos, financiamentos e até mesmo por que investir são ideais para ajudar o seu filho a passar por uma experiência prática, que certamente contribuirá para ele gravar melhor as informações.

5. Planeje a educação financeira com naturalidade

A melhor forma de introduzir informações financeiras na vida do seu filho é quando ele estiver preparado. E como você vai saber identificar isso? É simples: ele vai demonstrar curiosidade, fazer perguntas e tentar se envolver com o assunto. Para isso, você deve aproveitar a oportunidade.

Dessa maneira, você não forçará e nem apressará nada. Você simplesmente aproveitará para progredir de forma espontânea e natural com o assunto, à medida que o pequeno estiver preparado para avançar.

6. Ensine a diferença entre lazer e consumo

Muitas crianças acham que sair de casa é sinônimo de consumir, mas não precisa ser assim. No entanto, você deve ensinar que uma coisa não está associada à outra, principalmente para não incentivar um comportamento consumista no pequeno.

Você pode sempre deixar claro antes de sair de casa se o objetivo do passeio é recreativo ou se é para compras. Prefira não misturar as coisas e, se possível, também esclareça para o seu filho a diferença de comprar algo por necessidade ou simplesmente por desejo. Tudo isso ajudará ele a distinguir a importância de cada coisa.

7. Incentive a percepção de valores

Uma criança que “ganha tudo o que quer” acaba perdendo a sua percepção de valor sobre as coisas. Na cabecinha dela, como tudo vem com muita facilidade, provavelmente, devem ser coisas simples, pequenas e insignificantes.

Por isso, é importante dar a ela a oportunidade de entender que aquilo que ela quer tem um valor, que é preciso merecê-lo, não apenas pagar por ele. Portanto, estabelecer essa relação entre esforço e recompensa é muito importante.

8. Troque tarefas por recompensas

As recompensas são a forma mais eficaz de mostrar para o seu filho que os esforços dele, na verdade, serão recompensados. Portanto, você pode elaborar uma estratégia para reforçar essa informação durante a sua educação e desenvolvimento.

Tenha uma relação de tarefas que você gostaria que ele realizasse e atribua para cada uma delas uma recompensa específica. Assim, à medida que ele for cumprindo cada etapa, também receberá sua contrapartida pela atividade entregue.

9. Ensine a guardar primeiro e gastar depois

Uma das lições mais valiosas na educação financeira infantil é ensinar uma criança a não se endividar. Para isso, mostre a ela que ela só pode gastar aquilo que tem e que, se o seu objetivo for grande demais, ela pode economizar primeiro para depois fazer sua aquisição.

Nesse processo, você pode ajudar o pequeno a estabelecer um plano de reserva para atingir seu objetivo. Portanto, cada vez que ele receber sua mesada ou a recompensa pelas atividades realizadas, ele poderá dar um passo a mais em direção àquilo que quer comprar.

Não se esqueça: a educação financeira é algo primordial durante o desenvolvimento das crianças, especialmente para evitar dificuldades com dinheiro durante sua vida adulta. Além de ajudar na prosperidade dos seus filhos, você ainda contribuirá com um mundo melhor e mais equilibrado economicamente.

Além disso, essa também é uma boa forma de garantir bons resultados, que ajudem na estabilidade financeira familiar. Quando ensinados desde cedo, as crianças entendem a sua participação no orçamento da família, seja contribuindo com seu dinheirinho poupado ou economizando em gastos com compras desnecessárias e consumos excessivos de itens básicos, como água e luz, por exemplo.

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