investir na crise

Quais as melhores opções para quem quer investir na crise?

Existe um famoso ditado que diz que “toda crise é uma oportunidade”. Embora haja quem discorde, é fato que no mercado financeiro esse ditado pode ser considerado seriamente. Por isso, é importante saber como investir na crise para enfrentar esses momentos de incerteza.

A crise econômica no Brasil se agravou com a pandemia do novo coronavírus, em um cenário onde a taxa Selic atingiu a sua mínima histórica e a Bolsa de Valores sofreu com a volatilidade, incluindo ativações sequenciais do Circuit Breaker em março.

Considerando tudo isso, quais são as melhores opções para quem quer investir na crise? Há onde aplicar ou o melhor é deixar o dinheiro na conta parado? Vejamos a seguir!

O que considerar ao investir na crise?

Nunca é uma opção deixar o seu dinheiro parado na conta, pois ele estará perdendo valor comparado com a inflação. Por isso, é importante colocá-lo para trabalhar no mercado de alguma forma.

Por isso, é importante entender alguns pontos quando se pretende investir na crise, para poder agir com segurança e superar o momento de incerteza da maneira correta.

Veja abaixo 3 fatores que podem guiar a sua estratégia de investimentos nesse momento!

Diversificação de risco

investir na crise

Investir na crise pode ser como navegar em um mar turbulento. Portanto, é importante estabelecer estratégias de proteção. No mercado financeiro, a melhor ação de proteção que existe é a diversificação de risco.

Para poder diversificar investimentos do jeito certo, no entanto, é essencial entender a diferença entre risco sistêmico e não-sistêmico.

Risco sistêmico é aquele que afeta a economia inteira. Pode ser que alguns setores sejam mais afetados e outros menos, mas afetará a todos os ativos, especialmente os de Renda Variável. A pandemia do novo coronavírus é um ótimo exemplo.

Já risco não-sistêmico é aquele que afeta apenas um setor da economia ou um tipo de aplicação. Por exemplo, uma notícia negativa no mercado que atinge apenas uma classe de ativos, fazendo com que empresas da Bolsa de apenas determinado setor sejam afetadas.

Diversificar investimentos é dividir o seu capital em aplicações que protejam contra certos riscos não-sistêmicos. Ou seja: é como ter uma rede de proteção contra os possíveis cenários negativos que seus ativos podem sofrer.

Liquidez

O segundo fator a considerar é a liquidez dos investimentos. Trata-se da facilidade em que é possível transformar um ativo em dinheiro. É importante optar por aplicações que tenham uma boa liquidez para poder se desfazer de posições quando necessário, especialmente em meio a uma crise.

Reserva de emergência

Por fim, o último fator é a sua reserva de emergência. Quando uma crise chega lembramos o quão bom é ter uma reserva dessas de prontidão para cobrir os gastos caso seja necessário.

Para montar uma, leve em consideração o valor dos seus gastos mensais (pense em um valor que cubra aproximadamente 6 meses de despesas) e coloque esse montante em uma aplicação que tenha liquidez diária.

Quais os melhores lugares para se investir na crise?

Agora que já vimos o que considerar ao investir na crise, é hora de analisar quais são as melhores aplicações para esse momento. Levando os quatro fatores em consideração, em que devemos aplicar nosso dinheiro atualmente? Veja a seguir!

Renda Fixa

Atualmente, a Renda Fixa é uma opção interessante por causa da sua segurança. Poder investir em um título seguro e protegido é muito bom enquanto a Bolsa de Valores apresenta maior volatilidade, fazendo com que a compra de ações possa ser mais arriscada.

Além disso, não é difícil achar opções de Renda Fixa, como CDBs, títulos do Tesouro Direto, LCIs ou LCAs, com boa liquidez. Isso faz com que alguns sejam bons investimentos para uma reserva de emergência.

Fundos de Investimento

Outra boa opção de investimentos na crise são os Fundos de Investimento. Um dos principais benefícios de aplicar na compra de cotas de fundos é a versatilidade de opções.

É possível investir em todo tipo de categorias, incluindo o mercado de câmbio, ações, Renda Fixa, o setor imobiliário e mais por meio dessa modalidade de aplicação.

Além disso, como os Fundos de Investimento são administrados por gestores profissionais, quando bem avaliados pode haver uma maior segurança de que a tomada de decisões será feita de maneira racional e técnica.

O que considerar antes de mudar a sua estratégia atual?

Antes de começar, pergunte-se se o seu problema é que os resultados de curto prazo não são interessantes ou se a sua carteira possui uma falha estratégica.

Isso porque se desfazer de ativos costuma ter um custo. Um exemplo simples é o Imposto de Renda, que é cobrado ao vender a maior parte dos ativos financeiros. Por isso, é importante considerar se determinado item da sua carteira realmente não deve estar ali ou se está em baixa agora, mas pode vir a lucrar no médio ou longo prazo.

Além disso, tenha cuidado ao mudar a sua carteira para tentar pegar movimentos de curtíssimo prazo. Lembre-se de sempre ter um norte estável a seguir, de maneira a se proteger e evitar prejuízos em movimentos muito rápidos.

E aí, gostou de aprender a como investir melhor na crise? Com o conteúdo deste artigo, ficou fácil entender as melhores opções para compor a sua carteira de investimentos nesse momento.

Caso tenha o interesse em entender mais sobre como se proteger em momentos complicados, leia o nosso artigo especial que ensina como reduzir os riscos dos investimentos!

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